Um funil que sabe de onde veio cada paciente.
Do primeiro contato ao tratamento fechado, cada lead vive num card que anda pelo quadro. A secretária entende na primeira olhada, e cada movimento vira um passo do funil, sem planilha e sem botão manual.
O quadro, da esquerda para a direita.
A escala conta a história do avanço. Quem faltou não se esconde no meio do funil.
Novo Lead
Entrou. A origem já vem marcada: Meta, Google ou indicação.
Tentando Contato
A recepção começou a falar com o paciente.
Agendado
Marcou a consulta.
Compareceu
Apareceu na clínica.
Fechamento
Fechou o tratamento, com o valor registrado.
Não Compareceu
Faltou. Separado do resto para virar resgate, não estatística inflada.
Cada card que anda é uma conversão que sobe.
Quando a secretária move o paciente — arrastando o card no quadro ou marcando Compareceu/Faltou na agenda — o Pomelo dispara o evento para o Meta e para o Google por baixo, sem ninguém precisar apertar nada. O trabalho do dia a dia da recepção vira, sozinho, o combustível que ensina as campanhas.
O quadro é o começo, não o limite.
O lead que esfriou não some.
Além do funil, o Pomelo organiza a agenda em calendário, os retornos e os leads parados. Quem não respondeu, quem não compareceu e quem sumiu ficam à mão para a recepção reativar, em vez de virar contato perdido no caderno.
Uma conta, várias clínicas.
Cada unidade tem seus próprios dados e integrações, isoladas umas das outras. A agência ou a rede acompanha tudo num painel só, e cada clínica vê apenas o seu funil.
Aqui, o lead nunca chega sem sobrenome.
A maioria dos CRMs organiza o lead depois que ele já está dentro. O Pomelo guarda de qual anúncio ele veio desde o primeiro segundo, para você saber não só quantos leads entraram, mas quais campanhas trouxeram os que fecharam.
Veja o funil da sua clínica funcionando ao vivo.
Um especialista mostra o quadro, a atribuição e o resgate com os dados da sua operação, sem compromisso.