Dado de paciente pede cuidado real.
Clínica trabalha com informação de saúde, que a LGPD trata como dado sensível. O Pomelo foi construído com isso no centro, não como remendo. Aqui, proteção não é uma promessa de rodapé: é arquitetura.
Como o dado do paciente é protegido.
Quatro decisões de base, cada uma pensada para tratar informação de saúde com o rigor que ela exige.
A conversão sobe. O dado bruto, não.
Telefone e nome são convertidos em hash (SHA-256) antes de irem ao Meta ou ao Google. As plataformas recebem o suficiente para casar a conversão, nunca o dado bruto do paciente. O dado sensível não trafega.
A clínica é a dona dos dados. O Pomelo é o operador.
A clínica é a controladora dos dados dos seus pacientes, e o Pomelo atua como operadora, tratando esses dados por conta e ordem da clínica. Os papéis seguem a LGPD (dado de saúde sob o art. 11), e o consentimento do paciente é responsabilidade da clínica, com o Pomelo dando o suporte técnico para isso.
Cada clínica no seu próprio espaço.
Os dados de uma clínica ficam isolados dos das outras, com acesso restrito por função. Numa rede ou numa agência que gerencia várias unidades, uma nunca enxerga o dado da outra.
Dá para auditar exatamente o que foi enviado.
Cada envio ao Meta e ao Google fica registrado com data, conteúdo e resposta da API. Transparência total sobre o que saiu, quando e com que resultado.
Conformidade à mão
Levamos a proteção de dados a sério e deixamos tudo documentado e acessível. O texto legal completo mora nas páginas abaixo:
Política de Privacidade · Termos de Uso · Cookies · Exclusão de dados
Encarregado (DPO): Daniel Ridieri, daniel@rd360.com.br.
Quer entender como protegemos os dados da sua clínica?
Um especialista mostra na prática o hash antes de sair, os papéis da LGPD e o rastro de cada envio, sem compromisso.